Quarta-feira, Outubro 21, 2009

A evolução dos meus Celulares


Faz um tempo que separei material pra fazer esse post, porque queria compartilhar a mudança de aparelhos celulares que fiz nos últimos anos. Tentei reunir o máximo de fotos, caixas e manuais pra fotografar antes de fazer uma limpa e jogar fora a papelada que já não tinha mais utilidade.

Eu comecei a usar celular quando a linha ainda era paga. Por sinal, comprar uma linha era bem caro! Tinha um mercado super rentável de linhas telefônicas, tanto fixas quanto móveis, que ruiu quando as linhas passaram a ser gratuitas e o assinante passaram a pagar os planos mensais. Mas isso é outra história que fica para outro post.

Meu primeiro aparelho foi comprado por volta 1994, se não me falha a memória. Era da Samsung, não lembro mais o modelo, mas lembro que era um tijolinho. Era pequeno, comparado ao Motorola MicroTac do meu pai que era um senhor tijolo. Depois desse veio um Nokia, depois um LG e mais tarde um Motorola. Com exceção deste último, todos os outros foram ganhando cada vez mais funções. Quando comprei o Motorola, resolvi voltar a usar um aparelho bem básico e investir em um computador melhor. Claro que foi uma idéia de jerico, e em janeiro de 2004 aproveitei uma grana extra que tinha recebido e comprei meu primeiro Smartphone: um Nokia 3650.

Foi o meu primeiro aparelho com Symbian e, na minha opinião, o teclado redondo que lembrava um disco de telefone antigo era o charme desse aparelho. Aprendi a instalar aplicativos e vi que tinha encontrado um aliado perfeito para o meu Palm m100, depois para o Palm T|E. A alegria durou até novembro de 2006, quando fui assaltado e levaram embora o brinquedinho.
Como dá pra ler ali no post do assalto, eu ainda tive coragem de pedir aos ladrões o chip da operadora e o cartão de memória, já que ele estava cheio de fotos e com o backup de mensagens. O menos ruim dos três que me assaltaram é que estava com o celular, e teve a compaixão de devolver o que eu pedi.

Sem Smartphone, comecei a procurar um novo modelo que atendesse às minhas expectativas, que agora já eram mais altas. Fiquei um tempo com um Samsung "simplão" até achar um outro que me agradasse, cortesia do meu irmão, até que em janeiro de 2005 conheci o Sony W810.
Não era Symbian. Não era tão "smart". Mas tinha um som como eu nunca vi igual até então. Mesmo não tendo como instalar aplicativos pra gerenciar calendário, banco de dados, etc, eu ainda tinha o Palm T|E, então o W810 caiu como uma luva. Ainda não tive outro aparelho que tivesse graves tão bons quanto esse aqui. E os acessórios que acompanhavam eram um show à parte: cabo de dados, cabo de áudio para ligar no som de casa, fone de ouvido que abafava os ruídos externos. O software da Sony era limpo, sem frescuras, rápido e fácil de usar. A agenda era bem completa e sincronizava com o computador como o Nokia 3650 já fazia. Só não pude resgatar as mensagens do cartão, já que eram incompatíveis entre um modelo e outro.

Foram dois anos de alegria, até que em abril de 2006, em uma baladinha em São Paulo, roubaram meu o W810 do meu bolso. Mal deu tempo pra perceber, e dessa vez não deu pra pedir cartão e chip de volta. Era uma gangue no club, roubando celulares, carteiras, bolsas mas como o lugar estava cheio não teve o que fazer além de registrar um BO e bloquear o chip e o IMEI do aparelho. Ao menos bloqueei com senha e o ladrão ia ter um pouco mais de trabalho pra destravar o bichinho.

Revoltado com o roubo e sem paciência para fazer uma nova busca pelo aparelho perfeito, entrei na TIM e comprei o celular mais barato que tinha. Nada de "smart" mesmo, só queria um "phone" e pronto. Naquela hora podia até vir sem câmera que eu não ia ligar. Aí veio o Motorola W375.
A caixa mostra um modelo prata, mas é todo preto. "É", porque esse ainda está comigo e fica de reserva. Tem uma câmera VGA e serviu bem pra ligações e SMS durante o tempo em que ele foi meu aparelho principal.
Tem também uma porta mini USB que serve para carregamento e para remover as fotos dele para um computador.
Os meus Motorolas não foram aparelhos excepcionais. Sempre foram aparelhos simples e cumpriram a função a que vieram. Mas eram tão simples e a bateria durava tão pouco que acabei ficando com uma impressão ruim da marca.

Em abril de 2007, logo após acabar a fidelidade associada ao aparelho, voltei à loja e não resisti. Fucei, mexi, testei, mas a oferta que me fizeram com o Nokia N73 era irresistível. Tinha plano com boa quantidade de minutos, pacote de dados e eu voltaria a ter um Smartphone! Feito, passa pra cá o N73!

Voltei à carga total e saí instalando o que achava de programa compatível, pago ou freeware. Foi com o N73 que conheci o Fring, o Nimbuzz, a nova versão do BBirthday, o Google Maps no navegador do celular. Sentia falta de wi-fi, mas o bluetooth e a câmera desse modelo já me faziam feliz.

Em 2008, comecei a prestar mais atenção nos modelos lançados, e por mais que estivesse namorando um Sony K850 há algum tempo, percebi que não conseguiria trocar um "smart" por um fone multimídia novamente. Se fosse pelo som, eu usaria os fones de ouvido do "falecido" W810 que ainda tinham ficado comigo.
O ano foi cheio de lançamentos. Praticamente todo mês tinha uma nova enxurrada de modelos, e a Nokia vinha investindo em aparelhos com design menos extravagante (pra não dizer feio) e com funcionalidades excelentes! Comparei, listei, e tudo o que eu queria era um sucessor pro meu N73. Dessa vez, queria wi-fi. Se viesse com GPS, ótimo, mas o wi-fi era indispensável, já que eu pretendia usar o aparelho para fazer chamadas usando Skype via Fring e Nimbuzz.

Em março de 2009, achei o sucessor: o Nokia N78. Tem as funcionalidades padrão de hoje em dia como bluetooth, slot de cartão, câmera 1.3MP. Tem o wi-fi que eu tanto queria. Tem GPS, e eu aprendi que estava perdendo tempo sem usar um navegador de celular com localização por satélite! Nada mais de imprimir o mapa do Google Maps pra encontrar o endereço! E uma das coisas legais e úteis que ele tem é um transmissor de FM, para transmitir as músicas gravadas nele em um rádio que esteja entre 2 e 3 metros de distância. Curto, mas perfeito pra ouvir meus MP3s no carro!


O transmissor vem desabilitado por padrão, já que sabe-se lá porquê a Anatel não autorizou, mas existe uma variedade enorme de sites que explicam como ativar o transmissor, que vem instalado nos aparelhos comercializados no Brasil. É um bloqueio de software e não a ausência da antena que impossibilita a transmissão. Só vale lembrar que quando se faz um tipo de alteração como esse, pode-se colocar o aparelho em risco não coberto pela garantia. Fica por sua própria conta e risco.

Acho engraçado que por mais que goste de "gadgets" e adore esses "smartphones", eu ainda não caí de amores pelo fabuloso iPhone, mas óbvio que ainda não descartei comprá-lo algum dia desses!
Gostei também dos novos lançamentos com tela touchscreen da Samsung e da Nokia, e muito provavelmente não troque mais de marca, já que sou Nokia-maníaco convicto.

Já, já, chega março de 2010 e a nova fidelidade assinada vai embora. Começa em breve a nova caçada ao aparelho perfeito. Alguma sugestão?

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Sábado, Agosto 29, 2009

Preguiça e Movimento

O Twitter acabou me fazendo ficar preguiçoso, então acabo escrevendo mais lá do que aqui. Por sinal, se quiser me seguir por lá, clica aqui, ó.

Mas isso não significa que Waveland está abandonado. Eu diminuí o ritmo dos meus posts aqui por várias razões, o trabalho tem me tomado muito tempo e eu tenho me dedicado mais à vida "off-line" do que "on-line".
Afinal, já que se está na Matrix, vamos fazer dessa experiência uma história cheia de coisas pra contar! rs

A cabeça anda cheia de idéias, tenho vários posts engatilhados, então, já, já eu venho aqui.

Mas por enquanto, eu vim compartilhar esse clip. Ultimamente, essa música é a que me tem feito levantar e curtir a vida. Aproveita minha gente, que a vida é uma festa!

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Terça-feira, Julho 28, 2009

Filosofia de Seriado...

Por motivos diversos que não vem ao caso, eu cancelei a assinatura da TV a cabo.
Não acompanho mais Grey's Anatomy nem Lost pela TV, mas vou seguindo informado através dos amigos e da internet.

E esses dias eu assisti o final desta última temporada de Grey's Anatomy no YouTube, quando a Izzie e o George morrem, ou ao menos, fica subentendido que eles estão subindo desta para a melhor.
E de repente, sou presenteado com mais este texto narrado pela Meredith Grey, que achei tão lindo que mereceu vir parar aqui, pra reativar o blog e os posts de filosofia de seriado de TV.

MEREDITH (closing voiceover): "Did you say it? 'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.' Did you say it? Make a plan. Set a goal. Work toward it, but every now and then, look around; Drink it in 'cause this is it. It might all be gone tomorrow."

Tradução: "Você disse? 'Eu te amo. Eu não quero mais viver sem você. Você mudou a minha vida.' Você disse? Faça um plano. Estabeleça uma meta. Trabalhe em direção à ela, mas de vez em quando, olhe em volta; Beba deste momento, porque é isso. Isso tudo pode ter ido embora amanhã."

So, did you say it?

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Segunda-feira, Junho 01, 2009

Tempo, mano velho

Fazia tempo que eu não ficava tão sem tempo assim!
A vida anda corrida, acelerada, cheia e intensa. É a montanha russa que insiste em voltar de vez em quando e sempre.
A cabeça está cheia de idéias, mas tem me faltado minutos pra colocar as coisas em ordem e passar por aqui pra compartilhar.
Mas como o bom e novo Twitter é ótimo pras coisas instantâneas, quem quiser, pode me ler por lá também e ver o que anda acontecendo e por onde anda minha cabeça, meu corpo e meus pensamentos. Lá, meu alterego é o @wavel.
Mas já, já, eu volto!

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Quarta-feira, Maio 06, 2009

DJ Joel Guglielmini na Adidas House Party

Coisa boa de amigos, a gente sempre divulga, né?
Então, eu sou amigo de um novo DJ novo que está ficando cada dia mais famoso por onde passa, o danado!
O nome dele é Joel Guglielmini, e dessa vez ele toca na festa da ADIDAS!

O nome é Adidas House Party, vai ser uma super festa só pra convidados e ele toca lá.
Infelizmente, eu não sou um dos 500 felizardos que receberam convite, mas não podia deixar de divulgar o trabalho desse guri.

Quer saber mais? Siga os links:
http://rraurl.uol.com.br/joelguglielmini
www.myspace.com/joelguglielmini
http://vivelamusique.wordpress.com/

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Terça-feira, Abril 28, 2009

Eu e meus objetos de desejo! Nokia rulez!

N78 - Share on OviEu estava dando uma olhada no meu próprio blog, pensando em escrever sobre o meu mais novo brinquedinho, e me deparei com o meu post no ano passado sobre a mesma coisa! Faz um ano que troquei de celular! Olha aqui.

Pois então, foi o seguinte. O N73 é um aparelho excelente, nunca me deixou na mão. Mas como eu sou um gadgeteer e não consigo ficar muito tempo sem uma bugiganga tecnológica nova, comecei a namorar os novos modelos da Nokia que tinha um bom custo-benefício.

Depois que voltei pra Nokia, não penso mais em sair dela.
A Motorola me decepcionou com seus aparelhos ruins de usar e meio capengas.
A Sony Ericsson, apesar de ter me feito muito feliz com o W810 série Walkman, que era um aparelho amravilhoso pra música, mantém uma política muito estranha de preços, sempre altos e quase nunca em promoção. A Sony é ótima com suas séries Walkman e Cybershot, mantendo sempre qualidade excepcional.
Já a Nokia, que de vez em quando lança uns aparelhos com designs muito esquisitos (lembra daquele tipo "Elo Mágico") ou até uns meio apeluciados ou com couro, tem em deixado cada vez mais satisfeitos, tanto com o hardware, quanto com os softwares e serviços que ela agrega.

O meu novo brinquedinho é o N78 e a foto no começo do post é a cara dele logo após sair da caixa. E eu tirei a foto com o N73! :D

Bom, vamos às comparações? Eu sentia muita falta de Wi-Fi e 3G no meu N73. Adoro navegar no celular e usar Edge pra isso às vezes era cansativo. Outra característica que gostei muito foi o GPS (a-GPS) integrado. Gostei da brincadeira andando de carro em São Paulo e me diverti fazendo a mocinha do GPS recalcular a rota e me mandar esperar enquanto ela recalculava!
Um ponto ruim foi que a Anatel boicotou o transmissor de FM do aparelho! Ele tem um transmissor que funciona na distância de até 3 metros para tocar as músicas do celular direto no som do seu carro. Não sei porque cargas d'água a Anatel impediu esta funcionalidade nos N78 comercializados no Brasil, mas liberou no novo N85. De qualquer maneira, descobri navegando na net que pode-se habilitar esse transmissor já que o hardware vem no aparelho. É um bloqueio de software. Como não pretendo perder a garantia, vou deixar o bichinho como está, e no futuro tento ver se faço o transmissor funcionar.
As fotos são excelentes para o meu padrão de exigência, o que quer dizer que ainda não é desta vez que eu compro uma câmera digital. Fico bem feliz com as fotos que tiro no celular e penso que o flash em led melhorou muito nos novos aparelhos.

Só tive um problema até agora nessa compra. O processo de compra em si. Veja a novelinha: depois de muito pesquisar na net, aproveitei um fim de semana em São Paulo e fui à Loja Nokia (que é linda!) na Rua Oscar Freire e conheci o N78 de perto. depois de muito fuçar e encher o vendedor de perguntas, que foram todas respondidas com conhecimento de causa, decidi comprar. Infelizmente, deu um pau geral nas redes naquele domingo, 15/03, nem a internet funcionava direito em vários lugares, então a compra no cartão de crédito não foi possível.
No dia seguinte, segunda, 16/03, triste mas ainda resoluto, comprei o aparelho pela Loja Virtual da Nokia. Beleza, previsão de chegada em até 3 dias. Em 2 dias, na quarta-feira, chega a caixa em casa. Comecei a abrir, mas quando li Loja Nokia (powered by Submarino), gelei. Nas minhas últimas compras com o Submarino eu não tenho sido muito feliz. Quando comprei meu Palm Lifedrive ele simplesmente não ligava e tive que devolver palm, teclado e roteador que estavam em promoção pra poder trocar por um funcionando.
Abri a caixa, tirei a papelada, conferi e estava tudo ali. Abri a caixa do celular, coloquei a bateria e apertei o botão "liga" do celular. E o maldito não ligou! Foi a maldição do "Powered by Submarino" que faz com que os aparelhos eletrônicos que compro lá simplesmente não liguem! Eles chegam "Powerless by Submarino"!!!
Fiz o que pude, liguei pra assistência técnica da Nokia, fui atendido por uma mulher-robô que queria que eu mandesse meu N78 novinho pra consertar, até que, no dia seguinte, falei com o gerente da Loja Nokia em São Paulo. O cara foi super educado e orientou que eu trocasse o aparelho com o Submarino, visto que ele era novo e chegou com defeito. Beleza, voltei ao processo "troca by Submarino", me pediram 7 dias úteis que viraram 12 úteis, e finalmente voltei a ser feliz com a Nokia!

Bom, chega né? Vou lá fazer uma chamada, tirar umas fotos, navegar na net, fazer uploads de umas fotos e passear de GPS. Desse texto, só posso concluir o seguinte: atualmente, pra mim, Nokia rules!

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Segunda-feira, Março 30, 2009

Tudo e Sempre

Meus blogs andam um pouco quietos.
A falta de tempo, a cabeça cheia e um período de introspecção têm me mantido longe.
Enquanto a vida online anda a passos lentos, a vida off-line está correndo.
Trabalho, viagens, amigos, várias coisas acontecendo, mas nada que eu quisesse correr pra cá pra dividir.

Hoje, juntando pensamentos e microposts que fui criando nessas semanas, a vontade de compartilhar pensamentos voltou.

A efemeridade do Amor
Sabe aquele amor do Vinícius?
Aquele que não é imortal, posto que é chama, mas que é infinito enquanto dura?
Pense nele um pouco só.

Só mais um pouco...

Essa é uma das definições poeticamente mais pragmáticas que já li. E uma das mais lindas.
Amor assim é o que praticamente toda pessoa procura. Digo praticamente, porque sempre tem um do-contra. Ele é intenso e infinito enquanto está vivo, mas não é imortal. Ele é útil, tem um objetivo, um propósito claro, e se esvanece quando não se cuida dele.
Se eu sou uma pessoa "high-maintenance" no melhor estilo "Geller" (ver Monica Geller, de Friends), o amor, se fosse uma pessoa, seria muito pior.

Amor é sempre, não é ainda.
Se você ainda ama alguém, repense.
Se alguém ainda tem espaço na sua vida, repense.
Amor, pra ser desse poético, desse que dá vida à vida, tem que dar a sensação de presente, de infinito, eterno. Se ele for assim, ele resiste até à distância, à turbulência, o mau tempo e a gripe.
Se ele for infinito enquanto dura, ele dura infinitamente.

Tudo
Hoje eu vi uma demonstração que me fez concluir o que eu já vinha pensando e escrever este post.
Eu vi um rapaz, tinha cara de uns 40 e poucos anos, respondendo a um questionário de seguro de vida e, quando perguntado sobre os beneficiários, ele deu uma das respostas mais legais que eu já ouvi.
-"Quais seriam os beneficiários?", perguntou a gerente sorridente.
-"Maria fulana de tal", pausou para a gerente escrever, e completou: "e Cecília sicrana de tal."
-"Qual o seu parentesco com a Maria?"
-"Maria é minha mãe."
-"Ah, OK. Que lindo, pensar em sua mãe assim.", comentou a gerente, num misto de Poliana e Felícia dos Tiny Toons.
-"Pois é, ela que me criou, que me educou. Se alguma coisa acontecesse comigo, ela não podia ficar desamparada. Eu ainda a ajudo."
-"Certo. E a Cecília?"
-"A Cecília é tudo mais."
A gerente parou, meio desconcertada. (Acho que eu também parei e estiquei mais um pouco a orelha).
-"Como assim?", perguntou a gerente, curiosa com a resposta.
-"Eu não sou casado com a Cecília, nós vivemos juntos. Ela não é minha esposa. Ela é tudo pra mim. Ela é minha esposa, minha amiga, minha amante, minha vida."

Se eu não me engano, era uma lágrima que a gerente tentou segurar...

Eu? Perdi o resto da conversa... Saí do banco, feliz por Cecília e ele. Faço meu seguro outro dia, porque a vida é chama, e infinitamente duradoura.

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