quarta-feira, 27 de julho de 2005

Everybody is Changing - Keane

A musiqueinha é bonitinha, então resolvi postar aqui pra compartilhar. Enjoy!

Everybody is Changing - Keane

You say you wander your own life
But when I think about it
I don't see how you can
You're aching, you're breaking
And I can see the pain in your eyes
Says everybody's changing
And I don't know why

So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing
And I don't feel the same

Youre gone from here, soon you will disappear
Fading into beautiful light
Cause everybody's changing
And I don't feel right

So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing
And I don't feel the same

So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing
And I don't feel the same

Oh everybody's changing and I don't feel the same

sábado, 23 de julho de 2005

Chuva!

Chove, chuva!
Uma chuva forte, e uma noite fria!
Mas é bom assim mesmo...
Ficar embaixo da coberta, tomar um vinhozinho, assitir um filme...
Como eu gosto de inverno!

domingo, 10 de julho de 2005

Quarteto Fantástico

A sessão da tarde voltou, e voltou com estilo!
Vale a pena ver! É diversão garantida, sem grandes pretensões!

quarta-feira, 6 de julho de 2005

Informação é sempre importante!

Estou lendo o segundo livro da série do "Guia do Mochileiro das Galáxias", cujo nome é "O Restaurante no Fim do Universo", e achei duas partes que são de importância fundamental na compreensão da vida. Lá vão elas:

1) Após definir o que é INFINITO, o livro define o que seria a POPULAÇÃO do infinito: "É fato conhecido que há um número infinito de mundos, sim­plesmente porque há um espaço infinito para que esses mundos existam. Todavia, nem todos são habitados. Assim, deve haver um número finito de mundos habitados. Qualquer número fini­to dividido por infinito é tão perto de zero que não faz diferen­ça, de forma que a população de todos os planetas do Universo pode ser considerada igual a zero. Disso podemos deduzir que a população de todo o Universo também é zero, e que quaisquer pessoas que você possa encontrar de vez em quando são mera­mente produtos de uma imaginação perturbada"
Quer lógica melhor que essa?!? hahaha

Tenta essa agora:
2) "
A história de todas as grandes civilizações galácticas tende a atravessar três fases distintas e identificáveís - as da sobrevivência, da interrogação e da sofis­ticação, também conhecidas como as fases do como, do por quê e do onde.
Por exemplo, a primeira fase é caracterizada pela per­gunta: "Como vamos poder comer?" A segunda, pela pergunta: "Por que comemos?" E a terceira, pela per­gunta: "Onde vamos almoçar
?"

Esse livro é muito divertido. Quem puder, leia!
P.S.: enquanto meu carro conserta, estou aprendendo a usar melhor o tempo no ônibus! Pode parecer meio "geek", de livrinho em punho no ônibus, mas fazer o quê? Eu sou meio "geek"...

sábado, 2 de julho de 2005

Guerra dos Mundos

Deus do céu!
Como diria a Dani: "que filme tenso!!!"
Fazia tempo que eu não ficava tão ansioso num filme!
Vale à pena ver, mas é bom se informar um pouquinho antes, porque o fim pode decepcionar, mas é bem possível! E é igual à história em que foi baseado...

Vai pro cinema! Já!

Pedras no rio

Obrigado, Nara!

Pedras no Rio Autor: F. Madruga Roberto Crema é um pensador brasileiro.
Dele aprendi uma grande máxima: "ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros". Simples, mas profundo, preciso.

É nos relacionamentos que nos transformamos. Howard Hendricks disse que os dois fatores que mais nos influenciam e nos transformam são os livros que lemos, e as pessoas com as quais convivemos. Hoje, vou ficar com o segundo fator.
Pois bem. Esses pensamentos acima saltaram imediatamente à minha mente, quando tive uma prova concreta do quanto somos transformados, do quanto podemos aprender a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro. Foi num dos encontros que a vida nos proporciona, ou que nós nos permitimos experimentar, e que conto a seguir.
Estava em Brasília, almoçando e conversando com uma colega e amiga fiscal que também é médica, pensadora e agora escritora. Ao longo da conversa caímos no assunto relacionamentos humanos. Ela me sugeriu uma analogia extremamente reveladora. Ora, como toda analogia, ela ajuda a ilustrar uma faceta ou perspectiva de uma idéia. Lógico que analogia nenhuma desenha todo o quadro, toda a cena - se é que exista um único quadro.
O fato é que ela me fez a seguinte provocação: - "Madruga, você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?"
Eu disse que não, e ela me explicou.
- "As pedras na nascente são toscas, pontiguadas, cheias de arestas. À proporção que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas. As arestas vão sumindo. Elas ficam mais orgânicas, menos toscas, mais suaves, lisas, e o melhor: vão ficando cada vez mais parecidas com as outras, sem necessariamente serem iguais. Quanto mais longo o curso do rio, mais evidente é o fenômeno.
Depois disso, ela fechou a idéia.
- "É a mesma coisa com as nossas vidas. Se nos permitimos estar em contato com as pessoas, sendo conduzidos pelo rio da vida, vamos, no" atrito positivo" (contato) com o próximo, eliminando arestas, desbastando diferenças, parecendo-se e harmonizando-se mais uns com os outros, sem necessariamente perdermos nossa identidade." Pensei bem, e vi que se trata de uma verdade. Não nego que alguns desses contatos e atritos nos deixam marcas, tiram lascas de nós.
Mas mostre um coração sem marcas e lhe mostro um coração que não amou, que não viveu. Um coração que não chorou, nem sentiu dor. Um coração sem sentimentos. E sentimentos são o tempero de nossa existência. Sem eles, a vida seria monótona, árida. O fato é que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato. Passar pela vida sem se permitir o contato próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar. É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas. Faz parte. Reveses momentâneos. Servem para o crescimento. A isso chamamos experiência. Penso que exista algo mais profundo ainda nessa análise. Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos. Os seres de grande valor percebem que ao final da vida foram perdendo todo os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores.
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante? Sabes quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago?
É lá que está o verdadeiro valor. Pois Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor. Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar. Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar. Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins. Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado, fazem parte da construção e do aprendizado do amor. Não compreendia que se aprende a amar sentido-os e superando-os.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento. E envolvimento gera atrito.

Minha palavra final: "atrite-se".
Não existe outra forma de descobrir o amor. E sem ele a vida não tem significado.
Portanto, atrite-se, desbaste-se, descubra-se: AME!
Comece agora - Compromisso de hoje: "Vou me envolver mais com as pessoas e encontrar o amor que existe em mim."