domingo, 25 de junho de 2006

If you wanna be rich...

Hoje acordei com uma música dessas tux-tux impregnada na cabeça...
"If you wanna be rich, you gotta be a bitch... Rich.... Bitch..." ("White Horse" / Wonderland Avenue)

E hoje está um dia esquisito. Nem o clima sabe bem o que quer. Venta, fecha, abre, sol, venta com sol, fecha sem vento, chove...

Eu acordei do mesmo jeito.
Esquisito.
Sensação de oco, se é que isso pode fazer algum sentido pra quem lê.
Um pouco vem do tédio que, por sua vez, vem da rotina. Eu me conheço, vivo com rotina, eu organizo a vida pra ter rotina, e aí, caio na minha própria armadilha.
Outro tanto também sei de onde vem. É um pouco de desapontamento.
Desapontado por ver como é comum falar uma coisa e fazer outra. Claro que já fiz isso, sim, mas uma coisa que hoje em dia eu percebo é que quem mais perde é justamente aquele que faz isso.
Desapontado por ainda me deixar levar por ilusão. Por um sorriso, um elogio.

Mas isso deve passar. Como a chuva lá fora, que agora está torrencial.

Ah, e se pra ser "rich", tem que ser "bitch", vamos deixar tudo como está...

Left Outside Alone

Just not to forget it, I've decided to "stick it" here.

Anastacia - Left Outside Alone
All my life I’ve been waiting /For you to bring a fairytale my way
Been living in a fantasy without meaning /It’s not okay I don’t feel safe

Left broken empty in despair / Wanna breath can’t find air
Thought you were sent from up above / But you and me never had love
So much more I have to say / Help me find a way

(chorus)
And I wonder if you know / How it really feels
To be left outside alone / When it’s cold out here
Well maybe you should know / Just how it feels
To be left outside alone / To be left outside alone

I'll tell you / All my life / I’ve been waiting
For you to bring a fairytale my way / Been living in a fantasy without meaning
It’s not okay I don’t feel safe / I need to pray

Why do you play me like a game? / Always someone else to blame
Careless, helpless little man / Someday you might understand
There’s not much more to say / But I hope you find a way

(chorus 2x)

domingo, 18 de junho de 2006

Inferno Astral ou só uma fase de "uruca" mesmo

Alguém chama um Frei Capuchinho, por favor! haha
Eu não sei bem o que acontece, mas estou no meio de uma maré bem estranha, incomum. O bom é que estou com a sensação de que já estou entre o meio e o fim!

Primeiro, comprei um Palmtop novo. Por incrível que possa parecer, não comprei por impulso. Foi uma compra até que bem planejada. E não é que o dito cujo chegou e nem ligava? Nada! Era pra ficar por 3 horas na tomada pra dar a primeira carga, acabou ficando 15 horas, e nada. Nem sinal de vida. Aí, dá-lhe seguir a orientação do Submarino.com e devolver conforme me falaram. Foi um processo demorado, mas eu já estava até rindo da situação. Eu comprei em uma promoção, com mais dois produtos, e a troca só poderia ser feita se eu devolvesse os 3 produtos! Não dá pra enviar só o que tem defeito, porque o sistema deles não funciona assim. O bom é que recebi tudo novinho de novo. E agora ele está funcionando direitinho. Ligou, deu aqueles paus iniciais, mas está tudo sob controle.

E hoje recebi uma ligação bizarra, mas que me serviu de alívio. Bloquearam meu cartão de crédito por suspeita de clonagem! Quem me conhece um pouco mais, sabe o "carinho" que tenho com meu cartão de crédito! hahaha Essa é uma das coisas que já não vivo mais sem, e confesso, não sou o cara mais cauteloso da Terra com ele. Porém, o que me deixou tranquilo foi que bloquearam a pedido da bandeira do cartão, que avisou o banco que cerca de 20.000 cartões de crédito deles tinham a chance de terem sido clonados, e que era melhor bloquear os cartões como medida preventiva. Tudo bem, fico sem cartão por um tempo (8 dias até chegar o novo), mas fico também seguro sabendo que o banco está tomando cuidado com esse tipo de coisa, e com seus clientes!

Então: pé-de-pato, mangalô, três vezes.
E amanhã, passar pra tomar uma benção de um Capuchinho!

domingo, 11 de junho de 2006

Pra onde que eu vou?!

Lá vem feriado chegando, e a vontade de fugir, nem que seja por um fim de semana, aumenta a cada hora que passa.
Já pensei nas opções de sempre: Camboriú ou Floripa. Se bem que eu só fico de ir pra lá, mas acabo não indo.
Mas aí surge a possibilidade de ir de novo pra São Paulo, afinal, a última vez foi bem divertida.

E na minha busca por lugares interessantes para ir, eu acabei achando uma pousada no Canyon de Guartelá, que é no mínimo, "pitoresca", como diria um amigo meu.
O site está no link desse post, e as opções de lazer são engraçadíssimas!!!
Dá pra ficar hospedado numa pirâmide, ou então visitar uma Porta entre Dois Mundos... E tem monumento pra Raul Seixas... Só entrando pra ver...
Bom, só espero que no fim das contas, eu acabe viajando pra algum lugar!!! hahaha
Até!

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Mau Humor

Recebi esse texto da Nara, e trata do mau humor de um jeito divertido.
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Lula Vieira - Publicitário

Não me lembro direito, mas li numa revista, acho que na Carta Capital, um artigo levantando a hipótese de que todo o cara que tem mania de fazer aspas com os dedinhos quando faz uma ironia é um chato.Num outro artigo alguém escreveu que achava que jamais tinha conhecido um restaurante de boa comida com garçons vestidos de coletinho vermelho.

Joaquim Ferreira dos Santos, em "O Globo" de domingo, fala do seu profundo preconceito com quem usa "agregar valor". Eu posso jurar que toda mulher que anda permanentemente com uma garrafinha de água e fica bebendo de segundo em segundo é uma chata. São preconceitos, eu sei.

Mas cada vez mais a vida está confirmando estas conclusões. Um outro amigo meu jura que um dos maiores indícios de babaquice é usar o paletó nos ombros, sem os braços nas mangas. Por incrível que pareça, não consegui desmentir. Pode ser coincidência, mas até agora todo cara que eu me lembro de ter visto usando o paletó colocado sobre os ombros é muito babaca.

Já que estamos nessa onda, me responda uma coisa: você conhece algum natureba radical que tenha conversa agradável? O sujeito ou sujeita que adora uma granola, só come coisas orgânicas, faz cara de nojo à simples menção da palavra "carne", fica falando o tempo todo em vida saudável é seu ideal como companhia numa madrugada? Sei lá, não sei. Não consigo me lembrar de ninguém assim que tenha me despertado muita paixão.

Eu ando detestando certos vícios de linguagem, do tipo "chegar junto", "superar limites", essas bobagens que lembram papo de concorrente a big brother. Mais uma vez, repito: acho puro preconceito, idiossincrasia, mas essa rotulagem imediata é uma mania que a gente vai adquirindo pela vida e que pode explicar algumas antipatias gratuitas. Tem gente que a gente não gosta logo de saída, sem saber direito por quê. Vai ver que transmite algum sintoma de chatice. Tom de voz de operador de telemarketing lendo o script na tela do computador, repetindo a cada cinco palavras a expressão "senhoooorrr" e dizendo que "vou estar anotando"e "vamos estar providenciando" me irrita profundamente.

Se algum dia eu matar alguém, existe imensa possibilidade de ser um flanelinha. Não posso ver um deles que o sangue sobe à cabeça. Deus que me perdoe, me livre e me guarde, mas tenho raiva menor do assaltante do que do cara que fica na frente do meu carro fazendo gestos desesperados tentando me ajudar em alguma manobra, como se tivesse comprado a rua e tivesse todo o direito de me cobrar pela vaga.

Sei que estou ficando velho e ranzinza, mas o que se há de fazer? Não suporto especialista em motivação de pessoal que obrigue as pessoas a pagarem o mico de ficar segurando na mão do vizinho,com os olhos fechados e tentando receber "energia positiva".

Aliás, tenho convicção de que empresa que paga bons salários e tem uma boa e honesta política de pessoal não precisa contratar palestras de motivação para seus empregados. Eles se motivam com a grana no fim do mês e com a satisfação de trabalhar numa boa empresa. Que me perdoem todos os palestrantes que estão ficando ricos percorrendo o país, mas eu acho que esse negócio de trocar fluidos me lembra putaria.

E para terminar: existe qualquer esperança de encontrar vida inteligente numa criatura que se despede mandando "um beijo no coração"?