quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Quem é esse tal de Wavel?

Esses tempos atrás, eu tive que fazer um texto sobre mim mesmo, no melhor estilo "Pelé" de ser.
Eu tinha que escrever uma, no máximo duas páginas, contando a minha história profissional em terceira pessoa.
Pode ser que quem chegue até aqui ache meio narcisístico da minha parte. Mas nada como um pouco de marketing pessoal, certo?

Ficou assim:

"Carlos nasceu em Curitiba, em 23 de agosto de 1972. Parte por aptidão, já que possui habilidade com matemática, lógica e física, parte por tradição da família, estudou Engenharia Civil. Formou-se em 1996, pela Universidade Federal do Paraná.

Durante a faculdade, além de estudar, Carlos trabalhou em diversos estágios: em uma construtora de pequeno porte, com foco em reformas e pequenas construções; na SANEPAR, Companhia de Saneamento do Paraná; na COPEL, Companhia Paranaense de Energia Elétrica; e na empresa de sua família, REALIZA Empreendimentos Topográficos, onde trabalhava no escritório em projetos de condomínios, levantamentos topográficos e plani-altimétricos, desenhos em AutoCAD e auxiliava na administração da empresa.

Após a graduação, na busca por uma oportunidade de trabalho, surgiu a chance de trabalhar em uma escola de inglês tradicional em Curitiba, a Words English School. Como havia concluído o curso de inglês também em 1996, foi designado inicialmente para turmas de nível básico e intermediário em apenas uma das sedes da escola. Entretanto, alguns dos candidatos contratados com ele desistiram, e surgiu o desafio de assumir aulas em níveis avançados e também em outras sedes, pois a escola estava em ampla expansão no mercado curitibano. Sem titubear, Carlos aceitou enfrentar o desafio, e foi muito bem sucedido em todas as turmas que assumiu. Sua habilidade em trabalhar em equipe, administrar grupos de pessoas e ensinar lhe foram muito úteis neste trabalho.

Em 1998, mesmo satisfeito com seu trabalho no ensino de inglês, resolveu procurar uma posição como engenheiro civil, já que se havia empenhado para obter uma formação sólida para sua profissão. Em setembro desse ano, foi admitido na PLAENGE Engenharia Ltda., divisão industrial do Grupo PLAENGE. A matriz do grupo se situa em Londrina, com sedes em Cuiabá, Campo Grande e Curitiba. Carlos foi contratado na sede de Curitiba, um escritório de apoio para os demais. A equipe consistia no diretor, uma secretária, uma assistente administrativa, um engenheiro de obras e um estagiário de informática.

Tendo ganho a concorrência para construção de uma indústria sul-africana de carpetes em Ponta Grossa, a Beaulieu do Brasil, o engenheiro de obras iria coordená-la. Como entraria em férias, Carlos foi contratado para auxiliá-lo e substituí-lo nesse período, devendo posteriormente permanecer como engenheiro coordenador.

Coincidentemente, a PLAENGE estava participando de uma concorrência para o desenvolvimento do projeto e construção de uma nova fábrica para a Cervejaria Antártica, em uma joint-venture com a empresa americana BENHAM. Cada empresa forneceria os trabalhos onde eram especializadas: a americana entraria com o know-how da instalação mecênica, enquanto a outra forneceria a mão-de-obra e a nacionalização dos projetos e construção. Para este contrato, o diretor precisaria de suporte em reuniões no exterior, e Carlos era o funcionário mais adequado para acompanhá-lo no processo, deixando de ser alocado para a obra e passando a trabalhar na gestão dos processos e de documentações entre as empresas, de maneira a fornecer uma proposta bilíngüe coerente e vencedora.

Após o sucesso deste projeto, Carlos continuou no escritório trabalhando direta ou indiretamente em todos os contratos nacionais e internacionais que a PLAENGE participava. Trabalhou nas negociações com a Beaulieu do Brasil em Ponta Grossa, PR, em diversos projetos desenvolvidos em parceria com a BENHAM, e na expansão da fábrica de balas e doces da Adams (posteriormente Warner Lambert, e então Pfizer) em Bauru e Guarulhos, SP. Participou efetivamente, desde o pré-projeto até a execução da construção e instalações da Schreiber Foods, fábrica de queijo processado, em Rio Azul, PR. Nesta obra, em especial, trabalhou no suporte bilíngüe em todas as etapas do projeto, visto que o cliente necessitava de apoio desde suas atividades iniciais, como instalação da sua equipe e compra de materiais básicos de escritório, até posterior construção e instalações eletro-mecânicas. Participou também na coleta de informações na cidade de Nova Iorque, EUA, e elaboração do orçamento e projeto da estação de cabos de fibra-ótica da empresa Global Crossing, construída em Fortaleza, CE.

Para diversas obras da empresa, Carlos foi alocado para preparar estimativas de custos em pré-projetos, orçamentos para projetos preliminares e executivos, cotações de materiais e serviços, além de propostas comerciais, técnicas, processos de licenciamento ambiental, entre outras atividades. Como a equipe da sede em Curitiba era reduzida, e tanto o diretor, quanto o engenheiro de obras viajavam freqüentemente, Carlos era também responsável pela gestão do escritório, coordenando as atividades da equipe, controlando custos e prestando suporte local ao setor de informática da matriz.

Através deste envolvimento com a equipe de informática, implantou um sistema de controle das obras através de websites específicos para cada cliente, com publicação de fotografias da evolução das obras, cronogramas físicos e físico-financeiros, gráficos de dias de chuva, calendários de dias trabalhados e feriados, e outras informações específicas para cada cliente. Estes websites, chamados na empresa de “Extranet”, serviram como diferencial e atraíram muitos clientes, que viram no serviço a chance de economizarem em seus projetos com a redução de fiscais locais, além de poderem disponibilizar, em qualquer lugar do globo, de informações atualizadas semanal ou quinzenalmente, conforme sua conveniência.

Devido à recessão no setor industrial em 2003, a PLAENGE Engenharia reduziu seu porte, e diversos funcionários foram dispensados no final desse ano, inclusive Carlos.

Em fevereiro de 2004, Carlos voltou ao ensino de inglês em período integral, já que mesmo empregado na PLAENGE, sempre manteve algumas turmas no período da noite ou sábados. Participou e foi aprovado na seleção de professores da escola EXIEN English School, que possuía um público alvo diferente da Words, escola onde iniciou. A EXIEN focava em executivos e adultos, e Carlos, desde o início, trabalhou com turmas básicas, intermediárias e avançadas. Devido a seu comprometimento, Carlos participou da elaboração e da execução de dois Programas de Imersão em inglês, sendo responsável pela coordenação do segundo. Nestes programas, os alunos passam um fim de semana em um hotel, treinando intensamente o uso prático e objetivo da língua inglesa, em atividades cotidianas ou específicas a ambientes de trabalho, objetivando um aprendizado rápido, porém real e duradouro.

Em junho de 2005, surgiu a oportunidade de enfrentar um novo desafio. Carlos foi então selecionado para trabalhar no setor de Análise Técnica da POSITIVO Informática S.A., empresa líder na fabricação de microcomputadores e notebooks do país. Foi contratado como Engenheiro de Produtos, com base no seu conhecimento de hardware de computador adquirido em seus trabalhos anteriores e na preparação de propostas comerciais e técnicas. Iniciou suas atividades no atendimento a editais de governo, em processos licitatórios visando o atendimento pleno ao edital com o menor preço, porém com a maior margem possível para a empresa. Trabalhou também em propostas para o mercado de varejo e mercado corporativo. Entre dezembro de 2006 e abril de 2007, Carlos trabalhou no setor de suprimentos, respondendo pelas compras na carteira de drives óticos (drives de disquetes, CD-ROM, etc.) de fornecedores dos EUA e da China. Ainda em abril de 2007, Carlos foi selecionado como multiplicador na implantação do sistema Oracle, e trabalhou na elaboração de manuais de treinamento do setor. Em maio e junho, treinou a equipe da Análise Técnica, retornando a este setor. Em seguida, foi transferido ao setor de Negócios, trabalhando na cotação de preços de componentes para os projetos de governo até o mês de agosto. A partir de setembro, retornou às suas atividades de Líder de Projetos de governo no setor de Análise Técnica, onde exerce atualmente suas atividades."


Hoje eu teria que acrescentar mais algumas coisas, mas fiquei tão satisfeito com o resultado que resolvi compartilhar com quem me lê aqui de vez em quando.
Esse aí é o Carlos Wavel, e eu achei que até que ele já fez bastante coisa nessa vida!