quinta-feira, 30 de junho de 2011

Estampado no rosto

Quinta começou chuvosa e fria.
Mas mal cheguei ao trabalho, me deparei com um email me mostrando essa foto.


Recebi de uma amiga fofa, querida, que disse ter se lembrado de mim ao ver a imagem.
A ela, todo o meu carinho, amizade e admiração.

A exposição está online neste link.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Esse livro eu já li (Beth Ditto!)

Nada melhor do que pegar músicas por acaso no rádio e na internet.
A gordinha do The Gossip se chama Beth Ditto e lançou essa música solo que faz mexer os pés enquanto se escuta.
E pra quem lembra, olha uns passos de Vogue ali, gente.

Claro, o videoclip do Youtube segue abaixo e, em seguida, a letra da música.
Quem canta os males espanta! E quem dança, também.



I put you up, I treat you well
Tell you secrets I never tell
We pretend, it's all ok
But there's one thing we never say
The world is full of good intentions
Paradise is hard to find
Say they love you but fail to mention
Who they were with again last night
Revenge, regret, I wrote the book
Forgive, forget, I wrote the book
Keeping secrets, I wrote the book on it, don't test me

Heartbreak and then some, tell me where is a friend when you need one
Before you take a second look, remember I know every trick in the book

It never stops around the clock
When I'm there, you speak so soft
The runaround will wear you out
You break it off, I'll break you down
The world is full of good intentions
Paradise is full of lies
Tell you they love you but fail to mention
Who they were with again last night
Cheating, sneaking, I wrote the book
Begging, pleading, I wrote the book
Lying, crying, I wrote the book on it, don't test me

Heartbreak and then some, tell me where is a friend when you need one
Before you take a second look, remember I know every trick in the book

Heartbreak and then some, tell me where is a friend when you need one
Before you take a second look, remember I know every trick in the book

I wrote the book, I wrote the book, I wrote the book on it, don't test me
I wrote the book on it, don't test me now
I wrote the book on it

domingo, 26 de junho de 2011

Redes Sociais e eu

Tenho uma história de anos com as redes sociais.
Fui um dos primeiros amigos a entrar no Orkut, no tempo que ainda tinha que ter convite e a rede era toda em inglês. Depois não pude deixar de criar perfis no My Space, Last.fm, Facebook, Twitter e Foursquare. Consegui me conter e escapei da Hi5 e QuePasa. Ufa!

No começo do ano, finzinho de janeiro, resolvi desativar meus perfis.
Algumas situações da vida me fizeram repensar várias atividades cotidianas que me faziam perder tempo. Eu estava lendo menos, escrevendo menos e já tinha deixado de desenhar. A rede me fazia companhia, mesmo que unilateral. Eu compartilhava minha vida, minhas fotos, minhas atividades buscando companhia, querendo ser acompanhado, mas nunca deixei de me sentir só. Desativei o Orkut, que era a rede que eu menos usava, e fui cancelando uma a uma. Só haviam sobrado o Twitter e o Foursquare, pra manter o mínimo de contato na internet com alguns amigos e difundir idéias e pensamentos. E também para não estranhar a mudança que seria radical, afinal eram praticamente 7 anos de redes sociais.
Na metade de fevereiro, o Ledux CWB me convenceu a voltar a usar o Facebook, já que eu ia começar a escrever a coluna Wavelicious no blog dele, e isso ajudaria na divulgação do site. Voltei.

À medida que fui fazendo novos amigos em São Paulo e Curitiba, fui adicionando nos três perfis: Facebook, Twitter e Foursquare. Também foi bom para reencontrar amigos, parentes, pessoas especiais. A vida andou de novo e novos loopings na montanha russa apareceram e isso me fez parar e reajustar o rumo mais uma vez.
Resolvi postar para responder aos meus amigos que tem me perguntado se saí do Facebook, se os bloqueei, se parei com Foursquare.
Desativei meu perfil do Facebook sim, e não bloqueei mais ninguém.
Parei de usar o Foursquare, mas meu perfil continua ativo só pra não perder os vários badges que eu fui conquistando :-) Quem sabe eu volto um dia, mas por enquanto, quem me gosta, sabe onde eu estou.
Do rol de redes, sobrou só o @Wavel, ao menos por enquanto. Deve durar mais um tempo, desde que eu tenha coisas que julgue interessantes de serem compartilhadas.
Não é drama. Não é reclamação nem lamento.
É só decisão de voltar a viver o momento com as pessoas que me cercam.
Aproveite a vida, porque a gente não sabe quanto tempo as coisas boas vão durar.
Boa semana!
Pôr-do-sol em Salvador, Nov/2009.

domingo, 19 de junho de 2011

X-Men, Woddy Allen e Jack Black

Vamos falar de cinema? Tenho visto bastante filmes e séries, e esses 3 merecem ser vistos na tela grande.

X-Men, First Class
A Marvel e a Fox acertaram a mão nesse novo filme dos X-Men. Saiu aquela sensação de "samba do crioulo doido" que foram o X-Men, The last stand e o X-Men Origins: Wolverine. O filme é uma história simples e direta sobre o começo do grupo X-Men. Conta o passado do Professor Charles Xavier e do Eric Lehnsherr, o Magneto, como eles se encontraram, como se tornaram amigos e a maneira como o destino os tornou inimigos. Lutam pelo mesmo objetivo, porém de forma e lados opostos.
Os outros X-Men são um show à parte e os efeitos especiais estão excelentes. E tem participações especiais que garantem um sorriso aos fãs dos quadrinhos e do grupo.
É um filme para se assistir em tela grande pra aproveitar tudo que se pode ver.

P.S.: um comentário na sessão que assisti valeu a ida: "opa, o poder do Havok é o bambolê da morte!" :-D

Meia-noite em Paris (Midnight in Paris)
Só o poster ao lado já me chamou a atenção ao filme durante uma navegada pela internet. Depois que vi o trailer, fiquei ainda mais curioso.
Este é o mais recente filme do Woddy Allen, que eu classificaria como comédia-romântica. É super despretencioso e fácil de assistir, com um enredo que prende a atenção a ponto de não se perceber o passar do tempo.
É a história de um roteirista de cinema que está decidido a ser um escritor de romances e está de passagem por Paris com sua noiva e os pais dela. Ele ama Paris, mas prefere a cidade nos anos 20, época em que considera o auge da cultura mundial concentrado na cidade. Não vou entrar em muitos detalhes para não estragar nada, mas a surpresa que o enredo vai mostrando é mágica.
Em alguns pontos, o espectador pode se sentir um pouco perdido, porque parte da mágica exige um bom tanto de cultura geral: livros, filmes, artes, autores, diretores, pintores, cartunistas. Nem todos os nomes são do conhecimento de quem vê o filme e tive a alegria de reconhecer a maioria daqueles citados. Se você se perder, guarde o nome da faça uma busca no Google. Conhecimento sempre é bom.
Saí da sessão com sonhos renovados e com a certeza de que a vida é agora e resultado daquilo que a gente faz.

Kung-Fu Panda 2
Po voltou, e dessa vez vem em busca de suas origens.
Tive a sorte de ver a parte inicial do filme no ano passado, em uma convenção em Las Vegas. A arte ainda não estava finalizada, mas não interessa, eu vi primeiro! :-)
O filme independe do primeiro e o desenho está primoroso. Os palácios e as tomadas amplas mostrando cidades são de encher os olhos, por isso recomendo assistir em tela grande.
O padrasto do Po, o ganso cozinheiro, é o personagem que mostra a delicadeza, a inocência e a bondade da forma mais bonita.
O panda está hilário e me deixou com vontade de assistir a versão legendada para ouvir a voz do Jack Black (cedi ao meu sobrinho pra ver o dublado).
O filme entrega uma mensagem final linda e já deixa gancho pra mais um. É só esperar.

P.S.: pode parecer tolice, mas me identifico com esse panda. Já me falavam que eu seria um koala se fosse um uso; já me disseram nas últimas semanas, por repetidas vezes, que lembro o Jack Black, fisicamente, o sorriso, o humor. Trocando o tipo do urso, Po e eu temos algumas coisas em comum. ;-)

Bom, é isso. Ficam as dicas.