domingo, 19 de junho de 2011

X-Men, Woddy Allen e Jack Black

Vamos falar de cinema? Tenho visto bastante filmes e séries, e esses 3 merecem ser vistos na tela grande.

X-Men, First Class
A Marvel e a Fox acertaram a mão nesse novo filme dos X-Men. Saiu aquela sensação de "samba do crioulo doido" que foram o X-Men, The last stand e o X-Men Origins: Wolverine. O filme é uma história simples e direta sobre o começo do grupo X-Men. Conta o passado do Professor Charles Xavier e do Eric Lehnsherr, o Magneto, como eles se encontraram, como se tornaram amigos e a maneira como o destino os tornou inimigos. Lutam pelo mesmo objetivo, porém de forma e lados opostos.
Os outros X-Men são um show à parte e os efeitos especiais estão excelentes. E tem participações especiais que garantem um sorriso aos fãs dos quadrinhos e do grupo.
É um filme para se assistir em tela grande pra aproveitar tudo que se pode ver.

P.S.: um comentário na sessão que assisti valeu a ida: "opa, o poder do Havok é o bambolê da morte!" :-D

Meia-noite em Paris (Midnight in Paris)
Só o poster ao lado já me chamou a atenção ao filme durante uma navegada pela internet. Depois que vi o trailer, fiquei ainda mais curioso.
Este é o mais recente filme do Woddy Allen, que eu classificaria como comédia-romântica. É super despretencioso e fácil de assistir, com um enredo que prende a atenção a ponto de não se perceber o passar do tempo.
É a história de um roteirista de cinema que está decidido a ser um escritor de romances e está de passagem por Paris com sua noiva e os pais dela. Ele ama Paris, mas prefere a cidade nos anos 20, época em que considera o auge da cultura mundial concentrado na cidade. Não vou entrar em muitos detalhes para não estragar nada, mas a surpresa que o enredo vai mostrando é mágica.
Em alguns pontos, o espectador pode se sentir um pouco perdido, porque parte da mágica exige um bom tanto de cultura geral: livros, filmes, artes, autores, diretores, pintores, cartunistas. Nem todos os nomes são do conhecimento de quem vê o filme e tive a alegria de reconhecer a maioria daqueles citados. Se você se perder, guarde o nome da faça uma busca no Google. Conhecimento sempre é bom.
Saí da sessão com sonhos renovados e com a certeza de que a vida é agora e resultado daquilo que a gente faz.

Kung-Fu Panda 2
Po voltou, e dessa vez vem em busca de suas origens.
Tive a sorte de ver a parte inicial do filme no ano passado, em uma convenção em Las Vegas. A arte ainda não estava finalizada, mas não interessa, eu vi primeiro! :-)
O filme independe do primeiro e o desenho está primoroso. Os palácios e as tomadas amplas mostrando cidades são de encher os olhos, por isso recomendo assistir em tela grande.
O padrasto do Po, o ganso cozinheiro, é o personagem que mostra a delicadeza, a inocência e a bondade da forma mais bonita.
O panda está hilário e me deixou com vontade de assistir a versão legendada para ouvir a voz do Jack Black (cedi ao meu sobrinho pra ver o dublado).
O filme entrega uma mensagem final linda e já deixa gancho pra mais um. É só esperar.

P.S.: pode parecer tolice, mas me identifico com esse panda. Já me falavam que eu seria um koala se fosse um uso; já me disseram nas últimas semanas, por repetidas vezes, que lembro o Jack Black, fisicamente, o sorriso, o humor. Trocando o tipo do urso, Po e eu temos algumas coisas em comum. ;-)

Bom, é isso. Ficam as dicas.